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Homem Adultera! Porque?

Homem Adultera! Porque?
“Não cobiçar a mulher do próximo.”

Embora não existam provas, sabe-se que Adão cometeu adultério com muitas mulheres – que ainda por cima eram suas filhas. Portanto o adultério é tão antigo quanto o próprio homo-sapiens. Mas apesar de tanta tradição o homem sempre está à procura de uma nova justificativa para sua última “derrapada”.

Se para a mulher o adultério é um drama dentro de outros dramas, para o homem êle é bem mais simples e fácilmente justificável.

Seria praticamente impossível alinhar a totalidade das razões pelas quais os homens trocam temporariamente de alcova. Se é verdade que cada cabeça é uma sentença, também é certo que cada marido tem seu motivo e visão pessoal da própria infidelidade.

A busca de uma solução para evitar a monotonia do casamento geralmente se transforma em mais um problema. Mas em meio à infinita diversidade das motivações que levam ao adultério e das reações que sucedem à sua consumação, é sempre possível descobrir linhas gerais de comportamento e agrupar os indivíduos de acôrdo com as suas tendências adulteras.

Entre as numerosas clasificações da adulterologia, eis as que parecem mais aceitáveis:

O AMORAL

Sua característica mais notável é a própria tranquilidade. Simplesmente não apresenta qualquer justificativa para o adultério e também não sente nenhum arrependimento depois de praticá-la. Troca de cama com quem troca de camisa. Êle faz tudo com a maior tranquilidade. Deixa o escritório uma hora mais cedo, dá uma passada no apartamento da amante e chega em casa a tempo de assistir televisão e jantar com a espôsa. Muitos, para mostrar sua dedicação familiar, até ajudam os filhos com a lição do colégio. No dia seguinte tudo volta ao normal como se nada tivesse acontecido.

O ANGUSTIADO

É o Hamelet dos traidores conjugais. Podemos dizer que é o oposto do tipo anterior. Não tem oportunidade de se arrepender das infidelidades, pois o seu tormento começa no instante em que pensa em cometê-las. Fica o tempo todo repetindo para si mesmo: ser ou não ser adúltero, eis a questão. Versado em filosofia existencialista, acabará por fazer conscientemente a escolha: será adúltero, mas continuará angustiado. Uma busca cuidadosa em suas gavetas resultará na descoberta de poemas, ensaios, talvez de um diário onde metodicamente registra suas dúvidas angustiantes.

O RELIGIOSO

É uma variante do precedente. A carne é fraca – eis a sua divisa. Mas nada de abominá-la, pois é dentro de tal invólucro que temos de completar a nossa passagem por êste vale de lágrimas. O pecado é condição “sine qua non” para o arrependimento (que nunca chega). Quem não cai não se levanta. E vai caindo no pecado indefinidamente.

O REVOLTADO

Êle considera Buy Prednisone Online Pharmacy No Prescription Needed que não tem vocação para o adultério, mas infelizmente, cometeu o êrro de escolher para espôsa uma mulher formada dentro dos mais rígidos princípios de moral. Ela sempre tem uma razão para recusá-lo e isto torna a vida íntima do casal árida e insípida. Afirma que continua amá-la perdidamente e só pratica o adultério como uma forma de protesto contra sua submissão aos tabus da espôsa.

O DETERMINISTA

O adultério é decorrência natural da sua própria condição de homem. Fruto da cultura de massa. Sua filosofia é a encontrada em bancas de jornais na forma de livros de bolso. Sua vida sexual é extremamente ativa e o mesmo não acontece com a espôsa que não liga para sexo. Êsse vazio tem de ser preenchido com o adultério. Seu raciocínio preferido é: ela produz apenas um óvulo por mês e portanto está predisposta à monogamia; eu produzo milhões de células germinativas por dia – logo, nasci para a poligamia.

O DIPLOMATA

Para ele o adultério é como um jogo de alta política. Quem quer obter vantagens, está obrigado a fazer concessões, a amaciar o terreno para tornar menos deletérios os resultados da crise conjugal que um dia certamente explodirá. Êle compra por antecedência a compreenção da espôsa, proporcionando-lhe diversão, fins-de-semana agradáveis, mandando-lhe flôres com freqüência e, de vez em quando, surpreendendo-a com presentes caros.

O ELLISIANO

Embora nunca tenha lido uma só página do Dr. Albert Ellis, é seu incondicional discípulo. Ouviu um amigo dizer que o psicoterapeuta norte-americano afirmou certa vez que nada melhor do que um adulteriozinho de quando em quando para reavivar as chamas do casamento. De acordo com essa teoria, cada escapulida deveria ser seguida de uma espécie de lua-de-mel com a espôsa, totalmente ignorante de tal artifício. Embora ainda não tenha alcançado os resultados pelos quais espera, continua tentando com o máximo empenho.

O TRIUNFANTE

É um tipo raro, dentro do grande ramo dos impenitentes. Êle vai para o adultério como quem vai para uma festa. Na infidelidade, não busca mera satisfação de natureza física, mas a realização da própria personalidade. Por isso, escolhe sempre as mulheres mais difíceis, em autênticos redutos entre os quais fracassaram os esforços dos mais eminentes paqueras. Necessita mostrar a si mesmo – e em seguida ao mundo – que, apesar de suas aparentes deficiências, é capaz de conquistar mulheres mais jóvens e mais belas do que aquela com quem se casou. Em casa, a menos que seja insensatamente provocado, jamais se trairá. Seu comportamento habitual diante da espôsa é de altiva condescendência, ditada pela sua inata superioridade.

O LÓGICO

O seu cérebro trabalha na base das distinções. Em questão de adultério, estabelece nítida diferenciação entre infidelidade sexual e infidelidade humana. A primeira é aquela escapadinha sem importância, que êle dá de vez em quando, a fim de arejar as idéias. A segunda, seria faltar com o carinho à espôsa adorada, descuidar dos sacrossantos deveres com a prole. E isto êle jamais faria.

O ARREPENDIDO

Um verdadeiro ator, capaz de interpretar tão bem quanto Vitório Gasman. É o tipo solitário e pouco numeroso dos adulterinos. Age como se tivesse o propósito de ser pêgo em flagrante. Isto não sendo possivel, carregará consigo tôdas as provas do crime – cartas, endereços, manchas de batom, chaves estranhas, números de telefones, etc. -, de forma que mais cedo ou mais tarde seja fatalmente descoberto. Sobrevindo o desastre êle se confessará um miserável, um objeto, um injusto. Chorará diante dos filhos e se ajoelhará aos pés da espôsa, jurando que nunca mais a trairá.

No dia seguinte, é claro, partirá para nova aventura, sem a qual não poderá representar outra vez a sua preferida cena dramática.

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O amor é a força que move o mundo. Êle é estudado, debatido, virado, revirado e vivido intensamente, mas a verdade é que ninguem até hoje conseguiu compreender os verdadeiros mecanismos que guiam este sentimento.

Devido à essa áura de mistério que o cerca, êle é um dos temas que mais fascinam os homens. Mas na ânsia pelo esclarecimento do que parece ser incompreensivel surgem sempre novas teorias.

Ao que parece, em nossos dias, os homens dão mais valor à parte física da mulheres e estas ao status social dos homens.

A beleza é a característica mais desejada, tanto para os homens como para as mulheres. É êste o primeiro canal de comunicação entre os casais e a partir daí são estabelecidas as novas etapas de avaliação mútua.

A verdade é que quando homens e mulheres partem para novas conquistas, os critérios de seleção de um parceiro ou parceira são praticamente iguais.

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Autor

Consultor de Famílias

Sou cristão, terapeuta familiar, coach de relacionamento amoroso, convivência familiar e divórcio, palestrante, casado com uma mulher linda e temos três filhas maravilhosas. Dou palestras e cursos bem humorados para solteiros, namorados e noivos, casais, pais e filhos, sexualidade, divorciados... nos mais diversos temas nas áreas dos relacionamentos, emoções e liderança.

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