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4 maneiras para evitar a atitude de comprar quase tudo o que ver e de “E. Q. I. A.”

Onde quer que olhemos, parece que há algum anúncio novo tentando nos convencer a abrir nossas carteiras. Vivemos durante uma época de avanço tecnológico. Mesmo sem fazer muito esforço, você pode encontrar coisas que ajudam a limpar a casa, economizar papel no escritório, comunicar-se com amigos e entes queridos, ter um jardim mais verde, ou qualquer outra coisa. Realmente, quando se trata de tecnologia, para muitos, a questão é, o que isto faz? Ao invés de, quanto isto custa? Em um artigo, abril de 2012, para businessnewsdaily.com, Chad Brooks examinou as despesas mensais daqueles que foram arrastados pela revolução da informação. Fazendo referência a um estudo realizado pelo Instituto Americano de CPAs, Mr. Brooks explicou que “os americanos que assinam serviços digitais gastam um [adicional] de 332,00 reais por mês… O equivalente a 34 por cento da renda mensal ou do pagamento da hipoteca. Aqueles que baixam músicas, aplicativos e outros produtos gastam um adicional de R$ 76,00 por mês, em média.”

Embora as pessoas tenham sempre gastado o dinheiro de forma irresponsável, o problema parece estar piorando. Os cartões de crédito permitem que a pessoa adquira mercadoria sem realmente ser capaz de pagá-la, parece que as pessoas não são mais capazes de realizar as atividades mais simples sem a mais recente tecnologia “inteligente”. Talvez a era digital, com acesso imediato a todos os tipos de informações e entretenimento, criou uma sociedade que exige gratificação imediata. Seja qual for a causa, parece que a geração atual tem como atitude o “E. Q. I. A.”.

Eu

Quero

Isto

Agora

É ruim querer as coisas agora? Claro que não. Colocamo-nos em perigo quando agimos de acordo com os sentimentos. Quando fazemos compras sem planejamento, corremos o risco de esmagar o nosso orçamento.

Então, como é que vamos deixar de ter a atitude de E. Q. I. A.?

  1. Veja se o item que você deseja está em seu orçamento atual.
  2. Se ele não estiver no orçamento, coloque-o e faça o plano para obtê-lo. Mesmo que pareça que vai levar anos para torná-lo possível, será muito melhor a longo prazo. Não há nada de errado em querer um novo conjunto de sala de jantar. Apenas certifique-se que você está economizando para isso a cada mês até que você tenha o suficiente para comprá-lo.
  3. Pedir conselhos. Você conhece alguém que faz o dinheiro dela durar realmente? Se assim for, fale com essa pessoa, veja se ela tem alguma dica sobre esse assunto e se ela gostaria de compartilhar com você essa dica. Pergunte aos membros mais velhos da família, como pais ou avós, quanto tempo levou para que eles tornassem capazes de pagar as casas deles ou outras grandes compras. Meus pais foram casados por quase dez anos antes que eles comprassem uma casa. Eles pouparam para que a dívida não fosse um fardo tão pesado sobre eles.
  4. Lembre-se da frase comum “reaproveite, use até gastar, conserte, ou passe sem.” Claro que você pode querer um carro novo, mas você realmente precisa de um? Seria mais barato consertar o veículo que você já tem? Se assim for, então essa pode ser a melhor opção. Não é porque a Apple quer que você acredite que o iPhone 5 é a invenção mais importante desde a roda, que o seu iPhone 4 tornou-se de repente inútil. Se você não precisa do iPhone 5, não compre.

Se você decidir que realmente precisa comprar alguma coisa, então certifique-se que o valor se encaixa em seu orçamento, sem eliminar outras coisas mais importantes, só então compre. Pode levar algum tempo e esforço, mas você pode planejar isso. Apenas lembre-se de ser sábio e não comprometa o seu futuro financeiro só porque você quer alguma coisa agora.

Categories:   Bem-Estar, Comportamento, Finanças

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